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quinta-feira, outubro 09, 2014

Nordeste no coração!


Coxinha de plantão
Mais respeito à esse povão
Que pra encher teu buchão
Veio lá daquele chão
De enxada na mão
Assentar o TEU chão

Atrasado é o seu cabeção
Que ao se achar o mais superior lindão
Perde a chance neste mundão
De ter mais um milhão de irmão
És tu nessa situação
A maior grife dos bestão


terça-feira, agosto 21, 2012

"Ordem e Progresso"? Chega, não?



A intenção desta mensagem surgiu de um debate com os estudantes do primeiro semestre em Serviço Social, acerca da identidade que temos com a sociedade brasileira e com o que se chama de "nação".

Ela pode parecer ridícula mas considero-a legítima ao intencionar uma sugestão que é de MUDAR o lema da
Bandeira Nacional.

Pesquisando, se encontra o significado conservador do atual lema "Ordem e Progresso", mas quero registrar um profundo incômodo que ele me causa, enquanto cidadão brasileiro consciente das origens de nosso país, mas também um lutador diário em nome de novos horizontes de um povo.

Considero que uma frase expressa na Bandeira Nacional imprime uma imagem forte das perspectivas que este país se arvora no seu cotidiano. Neste sentido, a palavra "ordem" gera a idéia de que cada coisa deve ficar no seu devido lugar, não colaborando, portanto, com o reconhecimento de que cada brasileiro pode e deve exercer sua liberdade de compreender e defender o que seja a tal "ordem", legitimando ainda mais as noções de naturalização da obediência em função das desigualdades sociais e culturais. No lugar de ordem, prefiro a palavra ALTERIDADE, que significa a capacidade de se posicionar no lugar do outro ou a premissa de que a cidadania é fomentada por cada cidadão, a partir da relação de interdependência existente com o outro, incluindo todas as suas diferenças, principalmente as culturais e as de classe.

Nesta esteira da valorização da atitude ética pela diferença é que exponho o que penso sobre a necessidade de substituir a palavra "progresso". Constatando, atual e historicamente, o progresso em nosso país não é para todos e tal expressão, aliada à "ordem", não valoriza a inversão deste contexto porque se o tal "progresso" está relacionado a avanço, percebemos que os avanços que culturalmente são considerados não são do ponto de vista de um cidadão popular criticamente consciente da história social de seu país, fazendo que a ideia de "progresso" seja mais imposta do que dialogada com a nação, ou seja, progresso para quem?
Nisto, proponho trocar por DIVERSIDADE, valor que, num exemplo atual da pessoa da primeira mulher a ocupar o maior cargo da nação, convida a tod@s @s cidadãos a refletirem no significado cultural da palavra "Presidenta". A Diversidade que sempre foi elemento genético de nosso povo, cultura, território, etc., passaria a encaminhar a perspectiva da equidade, no avistar de um longo século que apenas se inicia para o Brasil diante do mundo.

Alteridade e Diversidade, no lugar de "Ordem e Progresso".

sexta-feira, dezembro 23, 2011

Aos companheir@s



Eu sei bem que a palavra "companheiro" está bem desgastada em nossa cultura, mas não encontro outra para dar significado ao agradecimento a quem esteve lado-a-lado em 2011, em nome da preservação de uma humanidade que insiste e escapar de nossas vistas, mas só não nos abandona porque sabemos que podemos mais com o outro do que com nós mesmos.

Boas festas a tod@s!

domingo, março 27, 2011

quarta-feira, dezembro 22, 2010

domingo, dezembro 20, 2009

O juízo do Natal


Diante de tantas obrigações sociais natalinas e "de outras coisas mais, como a simbologia dos trenós, das renas, do Papai Noel pesadamente vestido, das comidas próprias para o inverno e impróprias para o nosso verão, não seria possível ao menos mudar uma parte dos hábitos, numa perspectiva reformista, ou escalonar o Natal ao longo do ano, numa perspectiva revolucionária, autorizando a escolha individual do mês favorito do Natal?" (Boris Fausto - 20/12/2009 - Caderno Mais+ Folha de S. Paulo)

terça-feira, maio 13, 2008

Conservatium


Conservador é aquele que não vislumbra seu minuto seguinte,
longe do que lhe é mais confortável.

sábado, dezembro 15, 2007

quarta-feira, setembro 07, 2005

segunda-feira, junho 27, 2005

Eu aprendi que...

Ser brasileiro é aprender a preencher com ética a grande lacuna entre o idealismo e a realidade.